Percepções sobre o Recôncavo da Baía de todos -os -Santos e suas identidade microrregiões

Neste artigo, o que está em jogo é a minha percepção direta, uma abordagem fenomenológica, na qual não importam os números nem as estatísticas, nem tampouco os planos e projetos que incidem ou fazem parte dos planejamentos futuros para a área da Baía de Todos-os-Santos. As conjunturas políticas regi...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Brito, Ronan Rebouças Caires de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/18707
Acceso en línea:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18707
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Baia de Todos os Santos
Descripción
Sumario:Neste artigo, o que está em jogo é a minha percepção direta, uma abordagem fenomenológica, na qual não importam os números nem as estatísticas, nem tampouco os planos e projetos que incidem ou fazem parte dos planejamentos futuros para a área da Baía de Todos-os-Santos. As conjunturas políticas regionais ficaram fora do escopo desse estudo. Começo a narrativa pela própria costa oeste de Salvador, aquela voltada para o poente, que de tanto os arquitetos, urbanistas e sociólogos chamarem de Subúrbio Ferroviário, cristalizou-se essa denominação perversa que significa uma sub-urbis, uma cidade menor, inferior. A Avenida Afrânio Peixoto é mais conhecida por Avenida Suburbana. Mas felizmente, a subjetividade dos moradores dessa área está blindada, e quando perguntados onde moram, dizem, Coutos Escada, Plataforma, Periperi etc. e nunca nos subúrbios. Prefiro chamar essas zonas de periferias, levando em conta mais uma conotação geográfica do que sócio urbana. A orla interna de Salvador fica aqui chamada de Cidade Baixa, desde o Comércio até São Tomé de Paripe. Começo com essa zona por ser a mais contígua às águas da Baía de Todos-os-Santos. Salvador se dilui em qualidade urbana na medida em que se desloca para o norte pela sua orla interna.