Tribulações do povo de Israel na São Paulo colonial
Quando se pensa na atuação da Inquisição em terras brasileiras, são apenas lembradas pelos historiadores as Visitações na Bahia e Pernambuco. São Paulo também recebeu em seu território oficiais do Tribunal do Santo Ofício no ano de 1628, conforme relatório obtido do Arquivo Nacional da Torre do Tomb...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11072007-103932 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11072007-103932/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | "Elites Paulistas" Brasil Brazil Elites paulistas Inquisição Inquisition Marranism Marranismo São Paulo |
| Sumario: | Quando se pensa na atuação da Inquisição em terras brasileiras, são apenas lembradas pelos historiadores as Visitações na Bahia e Pernambuco. São Paulo também recebeu em seu território oficiais do Tribunal do Santo Ofício no ano de 1628, conforme relatório obtido do Arquivo Nacional da Torre do Tombo (IAN/TT), em Portugal. Será nossa intenção estudar, dos séculos XVI ao XVIII, como se deu a inserção dos marranos, judeus convertidos à força em 1497, nos grupos dominantes (brancos, ibéricos, cristãos-velhos e alfabetizados) do Estado de São Paulo. Para tanto utilizaremos processos de paulistas judaizantes levados aos cárceres da Inquisição, os que foram queimados e os que receberam penas menos duras e retornaram para São Paulo. Da mesma forma, utilizaremos processos de genere et moribus dos arquivos eclesiásticos brasileiros, e diversos outros processos de arquivos brasileiros e portugueses. Uma vez formada a elite paulista, a população cristã-nova apagou da memória suas raízes judaicas ou manteve traços de sua cultura original? Passou de uma minoria discriminada a uma classe conservadora, elitista e discriminadora? |
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