Roland Barthes em A câmara clara, o semiólogo infiel

Em A câmara clara, Roland Barthes inscreve uma reflexão decisiva sobre a fotografia. Nessa obra, o semioticista que denuncia os mitos da fotografia passa a poeta das imagens pungentes, a um convite à difícil tarefa de reconhecer as riquezas singulares que podem vir a ser eternizadas em uma imagem fo...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Tenório da Motta, Leda, Fontanari, Rodrigo
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Matrizes (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/48056
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/48056
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Roland Barthes
fotografia
punctum
studium
estética
photography
puctum
aesthitics
Descrição
Resumo:Em A câmara clara, Roland Barthes inscreve uma reflexão decisiva sobre a fotografia. Nessa obra, o semioticista que denuncia os mitos da fotografia passa a poeta das imagens pungentes, a um convite à difícil tarefa de reconhecer as riquezas singulares que podem vir a ser eternizadas em uma imagem fotográfica. Temo aí um outro olhar em direção à imagens técnicas, bem diverso daquele vindo da tradição bem-pensante, com seu veto ao aos simulacros. Nesse sentido, jogamos com a hipótese de que as teses de A câmara clara ganhariam se fossem entendidas como um pensamento sui generis sobre o signo fotográfico.