ENTRE SENTIDOS, MONUMENTOS COMO ESTRUTURAS LIMÍTROFES: UM OLHAR SOBRE O SANGRAMENTO DO MONUMENTO
O presente artigo visa propor discussões sobre o campo do patrimônio cultural, e suas necessidades de revisão. Discutindo o monumento como um suporte de memórias e suas retomadas sociais, dentro de um campo de tensionamentos próprios, levando em consideração a problemática do tombamento, que coloca...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Pixo |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.ufpel.edu.br:article/1588 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/pixo/article/view/1588 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Patrimônio cultural Monumento Ressignificação |
| Sumario: | O presente artigo visa propor discussões sobre o campo do patrimônio cultural, e suas necessidades de revisão. Discutindo o monumento como um suporte de memórias e suas retomadas sociais, dentro de um campo de tensionamentos próprios, levando em consideração a problemática do tombamento, que coloca as estruturas consideradas monumentais em uma posição complexa entre pertencimento e distância, em um lugar fronteiriço entre uma memória do passado e a revisão desta memória no hoje, no sentido de atualização e ressignificação das narrativas contidas em monumentos. Para trabalhar essa premissa analisaremos uma ação de retomada distinta do Monumento às Bandeiras de Victor Brecheret, onde em 2013 uma parcela da população se apropriou de uma forma extrema do monumento em questão, derramando sobre ele tinta vermelha, gerando processos de ressignificação e atualização. Palavras-chave: patrimônio cultural, monumento, ressignificação. |
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