Estudo da involução uterina por meio da ultra-sonografia (modo-B) em cadelas submetidas a cesariana

Utilizaram-se 15 cadelas gestantes submetidas a cesariana e posteriormente a exames ultra-sonográficos seriados, em modo B (tempo real), para averiguação do diâmetro uterino nos dias 0, 3, 7, 14 e 21 pós-cesariana, com o objetivo de verificar a influência do ato cirúrgico na involução uterina. Os re...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ferri, S.T.S. [UNESP], Vicente, W.R.R. [UNESP], Toniollo, Gilson Hélio [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/28547
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352003000200007
http://hdl.handle.net/11449/28547
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bitch
involution
cesarean
Ultrasound
puerperium
Cadela
involução
cesariana
Ultrassom
puerpério
Descripción
Sumario:Utilizaram-se 15 cadelas gestantes submetidas a cesariana e posteriormente a exames ultra-sonográficos seriados, em modo B (tempo real), para averiguação do diâmetro uterino nos dias 0, 3, 7, 14 e 21 pós-cesariana, com o objetivo de verificar a influência do ato cirúrgico na involução uterina. Os resultados (média e desvio-padrão, em centímetros) registrados para os dias estudados foram, respectivamente: 3,99+0,71; 3,27+0,51; 2,60+0,54; 2,01+0,34; 1,28+0,24. A involução uterina pós-cesariana seguiu o mesmo padrão do puerpério do parto normal, assim como as características das imagens ultra-sonográficas. O parto cesariana não influenciou no padrão de involução uterina.