Efeito de tanshinonas sobre a perda óssea em periodontite apical induzida em camundongos
A periodontite apical (PA) é causada pela infecção do sistema de canais radiculares. Ela se caracteriza pela presença de inflamação e destruição de tecidos mineralizados e não mineralizados periapicais, processos esses que envolvem a produção de citocinas pró-inflamatórias, osteoclastogênese e ação...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/217878 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/217878 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Camundongo Periodontite periapical Reabsorção óssea Salvia miltiorrhiza Mice Periapical periodontitis Bone resorption |
| Resumo: | A periodontite apical (PA) é causada pela infecção do sistema de canais radiculares. Ela se caracteriza pela presença de inflamação e destruição de tecidos mineralizados e não mineralizados periapicais, processos esses que envolvem a produção de citocinas pró-inflamatórias, osteoclastogênese e ação de enzimas, dentre elas a catepsina K (CatK). As tanshinonas são substâncias extraídas da planta medicinal chinesa Salvia miltiorrhiza. A tanshinona IIA (TIIA) inibe a osteoclastogênese / reabsorção óssea e promove a osteoblastogênese / formação óssea. A tanshinona IIA sulfonato de sódio (T06) inibe perda óssea via inibição da atividade colagenolítica da CatK, sendo que ambas tanshinonas apresentam atividade anti-inflamatória. Considerando os referidos efeitos, o objetivo do estudo foi avaliar o efeito de TIIA e T06 sobre a destruição óssea em PA induzida em camundongos. Foram utilizados 50 camundongos wild-type da linhagem C57BL/6, machos, com 8 semanas. Após abertura coronária, a polpa dos primeiros molares inferiores direito e esquerdo de 40 animais foi removida/desorganizada, e a câmara pulpar foi deixada aberta ao ambiente bucal para contaminação e formação da lesão periapical por um período de 10 dias. Os camundongos foram distribuídos em 5 grupos (n=10/grupo): Grupo com indução de PA e tratamento com TIIA (40 mg/Kg/dia); Grupo com indução de PA e tratamento com T06 (40 mg/Kg/dia); Grupo com indução de PA e tratamento com veículo da TIIA (tween20/etanol/água); Grupo com indução de PA e tratamento com veículo da T06 (água destilada); e Grupo sem indução da PA e sem intervenção terapêutica. As substâncias foram administradas por gavagem, uma vez ao dia, durante os 10 dias do experimento. Após eutanásia, uma hemi-mandíbula foi fixada em paraformaldeído e submetida ao exame em microtomógrafo para mensuração do volume do espaço periapical. O volume do espaço periapical (mm³) nos grupos que receberam indução da PA e tratamentos com TIIA, T06, água e tween20/etanol/água foi maior que no grupo controle – sem indução de PA (p < 0,0001), denotando a formação da lesão periapical naqueles. Não houve diferença estatisticamente significativa no volume da lesão periapical entre os grupos que receberam tratamentos com TIIA, T06, água e tween20/etanol/água (p > 0,05). Concluiu-se que as tanshinonas IIA e 06, administradas por 10 dias, não tiveram efeito na destruição óssea em periodontite apical induzida em camundongos. |
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