Membranas porosas de polímeros de PLA e PCL: estudo in vitro microbiológico e da osteogênese

O objetivo do trabalho foi analisar in vitro o comportamento de osteoblastos MG-63 em contato com membranas reabsorvíveis porosas de poli (ácido lático) (PLA) e policaprolactona (PCL), incorporadas com fibras cerâmicas de silicato de cálcio (CaSiO3), visando aplicação na regeneração óssea guiada. Fo...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Amaral, Suelen Simões
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/153988
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/153988
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Biomaterial
Polímeros
Biocompatibilidade
Polymers
Biocompatibility
Descripción
Sumario:O objetivo do trabalho foi analisar in vitro o comportamento de osteoblastos MG-63 em contato com membranas reabsorvíveis porosas de poli (ácido lático) (PLA) e policaprolactona (PCL), incorporadas com fibras cerâmicas de silicato de cálcio (CaSiO3), visando aplicação na regeneração óssea guiada. Foram utilizados seis grupos experimentais, a partir da concentração do teor de CaSiO3, PLA P; PLA + 5% CaSiO3; PLA + 10% CaSiO3; PCL P; PCL + 5% CaSiO3; PCL + 10% CaSiO3, e o grupo controle. Foram avaliadas viabilidade celular, genotoxicidade; produção de proteína total, atividade de fosfatase alcalina e formação matriz mineralizada. Bem como, a influência das membranas poliméricas na redução de biofilmes monotípicos de Enterococcus faecalis quando associadas ou não a solução de gluconato de clorexidina a 0,12%. Os dados foram analisados por ANOVA e Tukey (p<0.05%). Os resultados mostraram que nenhum grupo experimental foi citotóxico, mas os grupos PCL P, PLA 5%, PLA P e PCL 10% apresentaram maior viabilidade celular com diferença estatística dos grupos PCL 5% e PLA 10% (p<0.05). No teste de genotoxicidade os grupos experimentais não foram genotóxicos, já que apresentaram números de micronúcleos semelhantes ou menores ao grupo controle (p>0.05). Todos os grupos experimentais apresentaram proteína total e atividade de fosfatase alcalina semelhante estatisticamente ao controle (p>0.05) e permitiram a formação de matriz mineralizada. Com relação à redução de biofilme, os grupos experimentais PCL P e PCL 10% apresentaram maior redução de biofilme para Enterococcus faecalis com diferença estatística (p<0.05) do PCL 5% e do controle. Nos grupos experimentais de PLA, todas as membranas promoveram maior redução de biofilme com diferença estatística (p<0.05) do grupo controle. Entretanto quando os grupos experimentais de PCL, bem como de PLA foram tratados com gluconato de clorexidina, observou-se redução do biofilme em todos os grupos, sem diferença estatística do grupo controle (p>0.05). Concluiu-se que as membranas poliméricas são biomateriais adequados para o uso em regeneração óssea guiada. Da mesma maneira, pareceram contribuir para a osteogênese e redução de biofilme de Enterococcus faecalis.