Medical residency in gynecology and obstetrics in times of COVID-19: recommendations of the National Specialized Commission on Medical Residency of FEBRASGO
Face às respostas à pandemia, muitas residências médicas estão a ser obrigadas a reorganizar as suas rotações. Estas alterações incluem a redução da formação em bloco operatório e ambulatório, e o cancelamento de algumas atividades como visitas às enfermarias, sessões de simulação, entre outras. Ass...
| Sumario: | Face às respostas à pandemia, muitas residências médicas estão a ser obrigadas a reorganizar as suas rotações. Estas alterações incluem a redução da formação em bloco operatório e ambulatório, e o cancelamento de algumas atividades como visitas às enfermarias, sessões de simulação, entre outras. Assim, são apresentadas as recomendações do American College of Surgeons (ACS), da International Federation of Gynecology and Obstetrics (FIGO), do American College of Obstetrics and Gynecology (ACOG) e mais detalhadamente, as recomendações da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Portanto, em decorrência da pandemia de COVID-19, a formação de médicos residentes em ginecologia e obstetrícia encontra-se em situação problemática. Além da grande preocupação com a segurança, saúde física e mental dos preceptores e residentes, aspectos educacionais devem ser considerados. A readequação dos programas quanto ao número mínimo de procedimentos e cenários que permitam a aquisição das competências e atitudes previstas no Quadro de Competências em Ginecologia e Obstetrícia deve ser realizada por cada programa, respeitando as futuras regulamentações da CNRM. |
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