MENELIK II E HAILÉ SELASSIÉ I: A LUTA ETÍOPE PELA CONSERVAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA
A proposta do artigo é analisar o caminho percorrido pelos movimentos nacinalistas e lutas de libertação em busca da construção dos Estados em África, com ênfase para o caso de Etiópia. A pesquisa é de revisão bibliográfica baseada em obras importantes sobre a história de África. A relevância da pes...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdades EST |
| Repositorio: | Identidade! |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.est.edu.br/periodicos:article/3001 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.est.edu.br/index.php/identidade/article/view/3001 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | História África; Menelik II; Haile Sellasie I; Corrida imperialista à África |
| Sumario: | A proposta do artigo é analisar o caminho percorrido pelos movimentos nacinalistas e lutas de libertação em busca da construção dos Estados em África, com ênfase para o caso de Etiópia. A pesquisa é de revisão bibliográfica baseada em obras importantes sobre a história de África. A relevância da pesquisa está na importância de se ter uma visão mais imparcial, menos preconceituosa e mais aprofundada da história de África, a par de muitos preconceitos que foram criados a partir dessa história. A pesquisa está dividida em quatro momentos. Num primeiro momento, analisaremos o reinado de Menelik II e a corrida imperialista à Africa, passando pela partilha de África e os casos Etiópia/Libéria. Num segundo momento, faremos um exame sobre o tratado de Adis Abeba e a anulação do tratado de Wuchale, perpassando sobre a complexa questão das duas versões deste úlitmo e da divergência de sua interpretação entre as línguas amárica e italiana. Num terceiro momento, analisaremos o reinado de Haile Sellasie I, o sucessor de Menelik II na busca pela modernização de Etiópia. Para finalizar a referida pesquisa, faremos uma conclusão com um posicionamento em relação à lutas de libertação pelas quais passou a Etiópia e a sua resistência ao colonialismo europeu, concluindo então, que a África é uma sociedade como todas as outras, e, portanto, não é estática, ainda percorre um caminho em construção ainda não totalmente consolidado. |
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