Kant e Fichte sobre a paz perpétua

Esta dissertação se debruça, sistematicamente, sobre o problema da paz perpétua na filosofia jurídico-política de Immanuel Kant (1724-1804) e em seus desdobramentos na filosofia prática de Johann Gottlieb Fichte (1762-1814). Não ignorando a complexidade e as diferentes posturas adotadas por ambos so...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Carvalho Filho, Marcos Cesar Paes de
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/18293
Acesso em linha:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/18293
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Perpetual peace
Paz Perpétua
Kant
Fichte
CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::ETICA
Descrição
Resumo:Esta dissertação se debruça, sistematicamente, sobre o problema da paz perpétua na filosofia jurídico-política de Immanuel Kant (1724-1804) e em seus desdobramentos na filosofia prática de Johann Gottlieb Fichte (1762-1814). Não ignorando a complexidade e as diferentes posturas adotadas por ambos sobre o tema ao longo de sua produção – o que é mais evidente em Fichte – optamos por privilegiar um escopo em que esta relação se mostra com maior clareza. Em função disso, elegemos como fio condutor a tese, sedimentada por Kant e adotada por Fichte, de que a instauração da paz nas relações internacionais depende da existência de uma ordem jurídica supra-estatal. A partir da análise do cosmopolitismo defendido por Kant em Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita (1784) e À Paz Perpétua (1795), analisaremos os desdobramentos destas obras em “Resenha de À Paz Perpétua” (1796) e Fundamento do direito natural segundo os princípios da doutrina-da-ciência (1796-97) de Fichte. Ao cabo de nossa exposição deverá ficar claro as inovações trazidas por Fichte e o alinhamento dos autores sobre o tema.