A EUFORIA GLANDULAR NA METÁFORA POÉTICA DE YÊDA SCHMALTZ
O presente estudo analisa a metáfora constituída no poema “Glândulas II”, de Yêda Schmaltz, composição inserida em Baco e Anas Brasileiras (1985). A leitura se desenvolve no sentido de apontar que a autora construiu uma complexa cadeia de significantes ao constituir um eixo sintagmático incompatível...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Guará |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7747 |
| Acceso en línea: | https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/guara/article/view/7747 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Yêda Schmaltz Metáfora Erótico Pornografia. Poesia |
| Sumario: | O presente estudo analisa a metáfora constituída no poema “Glândulas II”, de Yêda Schmaltz, composição inserida em Baco e Anas Brasileiras (1985). A leitura se desenvolve no sentido de apontar que a autora construiu uma complexa cadeia de significantes ao constituir um eixo sintagmático incompatível com o eixo paradigmático, isto é, há uma evidente dissonância entre as imagens sugeridas pelo poema e a terminologia empregada nele. Além disso, por meio da colagem de um poema de Federico García Lorca, o poema estudado encontra uma saída erótico-cômica para elaborar um discurso poético que subverte valores sociais e as estratégias da pornografia falocêntrica. Tais considerações encontram suporte teórico em Roland Barthes (2003), Georges Bataille (2014) e Nuno César Abreu (1996), dentre outros. |
|---|