EFEITOS DE CONTRACEPTIVO HORMONAL SOBRE O GRAU DE FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE JOGADORAS DE VÔLEI - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n3p51-60

Os contraceptivos hormonais são amplamente utilizados pela mulher moderna. No âmbito esportivo é imprescindível conhecer a formulação dos métodos contraceptivos hormonais utilizados pelas atletas, pois quaisquer alterações químicas podem vir a influenciar o rendimento das mesmas. Se procurou verific...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Medeiros, Tanísia Hipólito, Domingues, Marlos Rodrigues, Rombaldi, Airton José
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Revista Brasileira de Ciência e Movimento (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/3390
Acceso en línea:https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rbcm/article/view/3390
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Contracepção
esporte
mulheres
contração isotônica.
Descripción
Sumario:Os contraceptivos hormonais são amplamente utilizados pela mulher moderna. No âmbito esportivo é imprescindível conhecer a formulação dos métodos contraceptivos hormonais utilizados pelas atletas, pois quaisquer alterações químicas podem vir a influenciar o rendimento das mesmas. Se procurou verificar efeitos dos contraceptivos hormonais sobre o grau de força muscular e na composição corporal de mulheres jovens atletas. Participaram desse estudo 12 mulheres jovens adultas com idade superior a 18 anos, atletas de voleibol, que participavam ativamente de treinos e competições. A amostra foi divida em Grupo Contraceptivo (GCO, n=7) e Grupo Não Contraceptivo (GNCO, n=5). Foi aplicado um questionário sobre características sociodemográficas, comportamentais, de saúde e relacionadas ao treinamento. Realizaram-se medidas antropométricas, testes de força por dinamometria e de carga de uma repetição máxima. A análise dos dados foi realizada através da análise descritiva (média ± desvio padrão) e inferencial (teste t de Student não pareado ou teste de Wilcoxon não pareado) e o nível de significância aceito foi de p