Pelo bairro: um exercício descritivo da prostituição de travestis no Jardim Itatinga
Neste artigo o exercício descritivo é também abordagem metodológica e objetivo analítico. Em diálogo direto com a noção de heterotopia de Michel Foucault, o bairro vai se apresentando como tal, em uma particular relação de autonomia e ligação com outros espaços. Desse exercício, vai se delineando a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/220199 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/220199 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | antropologia urbana prostituição travestis heterotopia violência policial Antropologia Antropologia Urbana Ciências Sociais Ponto Urbe |
| Sumario: | Neste artigo o exercício descritivo é também abordagem metodológica e objetivo analítico. Em diálogo direto com a noção de heterotopia de Michel Foucault, o bairro vai se apresentando como tal, em uma particular relação de autonomia e ligação com outros espaços. Desse exercício, vai se delineando a conformação do bairro relacionada à prática da prostituição, em arranjos de estabelecimentos diversos e focando na prática de travestis que lá realizam programas. A centralidade da prostituição para o bairro fica evidente também pelo relato de violência policial ocorrida em 2013 como forma de retaliação, suspendendo as atividades econômicas. O argumento percorrido é da indissociabilidade analítica quanto às vivências de travestis, enquanto profissionais do sexo e especificamente no bairro Jardim Itatinga (Campinas -SP). |
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