De Francisca a Chiquinha: o pioneirismo insuspeito de Chiquinha Gonzaga

Este artigo toma a trajetória da compositora brasileira Chiquinha Gonzaga (1847-1935) com o objetivo de analisar o processo de construção social de seu renome a partir das inflexões de gênero presentes no campo da produção cultural carioca nas primeiras décadas do século XX. A tentativa de circunscr...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Cesar, Rafael do Nascimento
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Tempo Social (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/114894
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/114894
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Chiquinha Gonzaga
Biografia
Sociologia da cultura
Gênero
Biography
Cultural production
Gender
Descripción
Sumario:Este artigo toma a trajetória da compositora brasileira Chiquinha Gonzaga (1847-1935) com o objetivo de analisar o processo de construção social de seu renome a partir das inflexões de gênero presentes no campo da produção cultural carioca nas primeiras décadas do século XX. A tentativa de circunscrever a rede de relações sociais na qual ela se inseria – dando especial atenção à constituição de seu arquivo pessoal e à confecção de sua primeira biografia pela folclorista Mariza Lira (1899-1971) – é amparada por uma perspectiva socioantropológica que vê na história de vida da compositora o resultado de um projeto coletivo no qual interesses diversos são negociados e materializados em uma narrativa específica. Nesse sentido, tanto o nome Chiquinha Gonzaga quanto seu adjetivo “pioneira” podem ser repensados à luz dessa complexa dinâmica.