Avaliação de segurança das vacinas BNT162b2, CoronaVac e CHADOX1 em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico
Introdução: As diferentes plataformas vacinais foram uma estratégia importante para o controle da pandemia de SARSCoV2 e dados sobre a segurança de diferentes vacinas contra a COVID19 em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ainda são escassos. Objetivos: avaliar a segurança das vacinas BN...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/73902 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11600/73902 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lúpus eritematoso sistêmico Vacinas contra COVID-19 Evento adverso Doença autoimune CoronaVac ChAdOx1nCoV-19 Vacina BNT162b2 3. Saúde e bem-estar |
| Sumario: | Introdução: As diferentes plataformas vacinais foram uma estratégia importante para o controle da pandemia de SARSCoV2 e dados sobre a segurança de diferentes vacinas contra a COVID19 em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ainda são escassos. Objetivos: avaliar a segurança das vacinas BNT162b2 (Pfizer/BioNTech), CoronaVac (Sinovac/Butantã) e ChAdOx1 (Fiocruz/AstraZeneca) em pacientes com LES, incluindo eventos adversos (EAs) e atividade da doença após a vacinação. Métodos: “Safety and efficacy on COVID19 Vaccine in Rheumatic DiseaseSAFER study” é um estudo de vida real, prospectivo, multicêntrico, brasileiro, fase IV, acerca da vacina contra a COVID19 em doenças reumáticas imunomediadas. No presente estudo, foram incluídos pacientes com LES (SLICC, 2012) com mais de 18 anos de idade que receberam duas doses da mesma plataforma de vacina entre maio e agosto de 2021. Após 1 mês da primeira e segunda doses das vacinas recebidas foi preenchido um diário de sintomas. Atividade de doença foi avaliada pelo MEXSLEDAI no início do estudo e após 30 dias da 2º dose e Testes quiquadrado, Fischer e KruskalWallis foram realizados de acordo com a análise das variáveis. Resultados: 118 pacientes com LES (88,1% mulheres) com média de idade de 36,6±11,2 anos foram incluídos. Quarenta e quatro (37,2%) pacientes receberam CoronaVac, 45 (38,2%) ChAdOx1 e 29 (24,6%) BNT162b2. Os grupos foram homogêneos e comparáveis em relação à idade, sexo, raça e exposição prévia à COVID19. Após a primeira e segunda doses, os EAs mais frequentes foram, respectivamente: dor local (65,2% / 41,1%) cefaleia (50,9% / 29,9%) e artralgia (37,5% / 22,5%), com menor frequência de dor local com a CoronaVac (p=0,031 / p=0,030). Febre e mialgia foram mais comuns após ChAdOx1 do que após a CoronaVac (23,3 vs. 5,0%; p = 0,025). Não houve diferença no MEXSLEDAI e ocorrência de EAs, assim como em relação ao tratamento imunossupressor e a exposição prévia ao COVID19. EAs graves não foram relatados. Conclusão: As vacinas BNT162b2, CoronaVac e ChAdOx1 são seguras em pacientes com LES sem EAs graves ou piora na atividade da doença. A CoronaVac apresentou menos EAs enquanto febre e mialgia foram mais frequentes com ChAdOx1. |
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