Método Esther Bick: Observação da materialidade e dos fenômenos transicionais, durante o primeiro ano de vida

O conceito de objeto transicional inaugurou, na psicanálise, a investigação do uso simbólico de objetos pelo bebê em suas primeiras experiências de separação. Outras facetas do papel da materialidade e de sua importância no desenvolvimento emocional e na clínica são exploradas em conceitos como obje...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Migliorini, Walter José Martins [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/194278
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/194278
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:objeto transicional
Esther Bick
Descripción
Sumario:O conceito de objeto transicional inaugurou, na psicanálise, a investigação do uso simbólico de objetos pelo bebê em suas primeiras experiências de separação. Outras facetas do papel da materialidade e de sua importância no desenvolvimento emocional e na clínica são exploradas em conceitos como objeto precursor, objeto autístico, objeto reconfortante, objeto acessório, objeto tutor, objeto testemunho e objeto de mediação. O objetivo do presente artigo é apresentar uma visão geral desses estudos e mostrar dados sobre a observação de um bebê prematuro pelo Método Esther Bick. A constituição, perda ou recuperação da experiência de transicionalidade – sob a perspectiva do desenvolvimento do uso dos objetos inanimados – indicam um papel marcadamente ativo do bebê na experiência de sustentar o jogo com sua mãe e, na ausência desta, em interagir com objetos tutores