Uma nova contribuição para a classificação dos fatores estressores que afetam os profissionais de enfermagem

Objetivo: identificar e classificar os principais fatores ocupacionais mais estressantes que afetam os profissionais de enfermagem nas unidades médicas do hospital. Método: estudo quanti-qualitativo, descritivo e prospectivo realizado com a técnica Delphi em unidades médicas de um hospital geral uni...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Puerto, Jesús Cremades, Soler, Loreto Maciá, Montesinos, Maria José López, Marcos, Azucena Pedraz, Chorda, Víctor Manuel González
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
portugués
español
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/134945
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/134945
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Burnout
Professional
Nursing Staff
Hospital
Hospital Units.
Esgotamento Profissional
Recursos Humanos de Enfermagem no Hospital
Unidades Hospitalares.
Agotamiento Profesional
Personal de Enfermería en Hospital
Unidades Hospitalarias
Descripción
Sumario:Objetivo: identificar e classificar os principais fatores ocupacionais mais estressantes que afetam os profissionais de enfermagem nas unidades médicas do hospital. Método: estudo quanti-qualitativo, descritivo e prospectivo realizado com a técnica Delphi em unidades médicas de um hospital geral universitário, com uma amostra de 30 profissionais de enfermagem. Resultados: os fatores estressores foram a sobrecarga de trabalho, interrupções frequentes durante a execução de suas tarefas, trabalhar em horário noturno, a simultaneidade em executar tarefas diferentes, não ter tempo suficiente para dar apoio emocional ao paciente ou a falta de tempo para alguns pacientes que necessitem, entre outros. Conclusão: os fatores estressores de maior consenso foram classificados, sendo que os primeiros foram a sobrecarga de trabalho, as interrupções frequentes durante a execução de suas tarefas, trabalhar em horário noturno e, finalmente, a simultaneidade em executar tarefas diferentes. Esses resultados podem ser utilizados como ferramenta no gerenciamento clínico das unidades hospitalares, visando melhorar a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem, os modelos organizacionais e também a melhora contínua no tratamento clínico.