A obra de arte: o combate entre o mundo e terra
Este trabalho tem como objetivo estudar a obra de arte sob uma perspectiva ontológica. Na visão de Martin Heidegger, a obra de arte não representa nada: ela manifesta o real. A tensão advinda da obra de arte é uma das formas de o real se manifestar em seu fulgor e se retrair em seu estranhamento e m...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Caderno Seminal Digital |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/10250 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/10250 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Obra de arte Heidegger mundo terra |
| Sumario: | Este trabalho tem como objetivo estudar a obra de arte sob uma perspectiva ontológica. Na visão de Martin Heidegger, a obra de arte não representa nada: ela manifesta o real. A tensão advinda da obra de arte é uma das formas de o real se manifestar em seu fulgor e se retrair em seu estranhamento e mistério. A obra de arte realiza um combate ao instituir um mundo e produzir uma terra. A obra é a própria instigação desse combate, o qual ocorre não a fim de que ela esmague o combate e o aplane, num acordo tácito, mas sim para que o combate se fortaleça, ou seja, que ele mostre todo o seu vigor como combate. O ser-obra da obra se constrói a partir da disputa do combate entre mundo e terra. É na intimidade que o combate atinge o apogeu e é nessa disputa que se dá a unidade da obra. |
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