Avaliação do papel da leptina em diferentes focos ectópicos de pacientes com endometriose peritoneal severa
Endometriose é uma doença de inflamação crônica e progressiva, caracterizada pela implantação e crescimento de estroma e/ou epitélio glandular endometrial, em focos ectópicos extrauterinos. A leptina é um hormônio adipócito-derivado, produzido predominantemente pelo tecido adiposo branco e além do s...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/7878 |
| Acesso em linha: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/7878 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Endometrial implants Endometriosis Leptin Leptin receptor Aromatase enzyme Leptina Receptor para leptina Aromatase Líquido cístico Endometriose CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MORFOLOGIA |
| Resumo: | Endometriose é uma doença de inflamação crônica e progressiva, caracterizada pela implantação e crescimento de estroma e/ou epitélio glandular endometrial, em focos ectópicos extrauterinos. A leptina é um hormônio adipócito-derivado, produzido predominantemente pelo tecido adiposo branco e além do seu papel na regulação do gasto energético influencia os processos reprodutivos. O objetivo deste estudo foi avaliar os níveis de leptina no soro, no fluido peritoneal e no liquido cístico do endometrioma, além dos níveis de expressão proteica de leptina, seus receptores (ObR) e da enzima aromatase em três focos peritoneais em quinze pacientes com endometriose peritoneal, comparando com dez pacientes submetidas a cirurgia de ligadura de trompas. O grupo endometrioma apresentou níveis séricos de leptina elevados em comparação ao controle (controle=14,7ng/mL±2,6, endometriose=19,2ng/mL±1,8, p<0,0001) já no fluido peritoneal não houve diferença (controle=6,7ng/mL±1,2, endometriose=7,7 ng/mL±1,8, p=0,2). Comparando as mulheres com e sem implante no ovário, o nível de leptina no soro e no fluido peritoneal foi significativamente mais elevado em mulheres sem implante no ovário. Os níveis de leptina no líquido cístico foram maiores do que no soro e no fluido peritoneal (soro=14,87ng/mL±2,6, fluido peritoneal=7,77ng/mL±1,8, líquido cístico=97,07ng/mL±15,9, p<0,0001). A expressão proteica de leptina, ObR e aromatase mostrou-se aumentada nos tecidos implantados nos septos vaginas e diminuida nos tecidos implantados nos intestino. Os tecidos presentes nos ligamentos uterossacros apresentaram um nível de expressão médio. Podemos concluir que a presença da doença peritoneal e não o endometrioma é o fator que influencia a concentração da leptina presente no soro e no fluido peritoneal em pacientes com endometriose. Em adição, as diferenças nos níveis de expressão de leptina, ObR e aromatase entre os diferentes locais de implantação do tecido endometrial ectópico sugerem a possibilidade de estas proteínas estarem envolvidas na localização de implantação do endométrio ectópico. |
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