José de Alencar e a edição de romances no Brasil do século XIX

Esta dissertação tem por finalidade discutir o início da regulamentação da atividade literária no Brasil a partir dos contratos de Alencar e de outros romancistas com o editor Garnier, considerando o incipiente mercado editorial do século XIX. Além disso, valorizar os prólogos, como importantes no d...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ferreira, Aline Alves
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-23072014-173045
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100135/tde-23072014-173045/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:19th century
José de Alencar
Mercado editorial
Publishing market
Século XIX
Descripción
Sumario:Esta dissertação tem por finalidade discutir o início da regulamentação da atividade literária no Brasil a partir dos contratos de Alencar e de outros romancistas com o editor Garnier, considerando o incipiente mercado editorial do século XIX. Além disso, valorizar os prólogos, como importantes no desenvolvimento de um debate acerca do romance nacional, com ênfase em Benção Paterna prefácio de Alencar ao romance Sonhos douro (1872), por meio do qual é possível perceber a consolidação desse gênero e o estatuto que o autor queria elevar o ofício de romancista. Por fim, apresentamos uma leitura do Projeto de Lei de Direitos Autorais, de 1875, de autoria de José de Alencar, formalizando uma busca do escritor pelo reconhecimento da atividade literária e afirmação da obra como propriedade passível de se auferir lucros, mas sem perder o seu valor estético. O objetivo, portanto, da nossa pesquisa é mostrar como o escritor militou a favor da profissionalização do escritor brasileiro, considerando o mercado editorial, os prólogos e o projeto de lei.