Competitividade territorial do etanol

Este estudo, faz uma análise da competitividade territorial do etanol paulista. A partir de um referencial teórico, procurou-se entender a relação entre competitividade e território, ao considerar que o poder de competir das empresas está atrelado aos elementos presentes no local que estão inseridas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Guido Junior, José Rubens [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/95567
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/95567
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Concorrência
Álcool
Cana-de-açúcar
São Paulo (Estado)
Etanol
Competitividade
Território
Competition
Territory
Sugar cane
Descripción
Sumario:Este estudo, faz uma análise da competitividade territorial do etanol paulista. A partir de um referencial teórico, procurou-se entender a relação entre competitividade e território, ao considerar que o poder de competir das empresas está atrelado aos elementos presentes no local que estão inseridas, através de seus recursos, organizações, instituições e normas vigentes. O etanol produzido em São Paulo, foi o alvo de estudo que proporcionou estabelecer a ligação entre o fortalecimento competitivo e as bases territoriais. Líder na produção de etanol, as empresas de São Paulo, estão na vanguarda da expansão internacional. Foram selecionadas onze empresas exportadoras, em diferentes localidades do Estado, com o intuito de entender e comparar a participação dos componentes territoriais na construção competitiva desse combustível. Para tanto foi explorado quatro fatores: Governança e Instituições; Inovação e Tecnologia; Infraestrutura Territorial e Aspecto Socioambiental. Apoiado no quadro metodológico de Pecquer e Benko, que aponta quais ativos territoriais podem ser considerados genéricos ou específicos de cada localidade, identificou-se uma competitividade do etanol dinâmica e heterogênea nas sinergias desenvolvidas com as diferentes localidades do território paulista