“FAMÍLIA QUE ACOLHE”: cuidando de si, para cuidar do outro: I Mostra de Práticas Psicológicas – Estágio Básico

O Estágio Básico II apresenta-se como parte do currículo obrigatório do sétimo período de Psicologia, com o objetivo de fazer observações em uma Instituição e levantar as dificuldades e necessidades da mesma. Findada esta etapa, buscou-se como meta fundamental, desenvolver em supervisão, um projeto...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Amaral, Júnia, Azevedo, Letícia, Oliveira, Juliana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Faculdade Patos de Minas (FPM)
Repositorio:Psicologia e Saúde em Debate
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.psicodebate.dpgpsifpm.com.br:article/76
Acceso en línea:https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/76
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:acolher
álcool
apoio
droga
Descripción
Sumario:O Estágio Básico II apresenta-se como parte do currículo obrigatório do sétimo período de Psicologia, com o objetivo de fazer observações em uma Instituição e levantar as dificuldades e necessidades da mesma. Findada esta etapa, buscou-se como meta fundamental, desenvolver em supervisão, um projeto de intervenção que proporcionou uma maior socialização entre a equipe e a população. O local escolhido para este fim foi o Centro Estratégia Saúde da Família (ESF), com o acompanhamento dos trabalhos realizados pela psicóloga Lídia Francisca da Silva, do município de Lagoa Grande- MG. Foi feita a observação do trabalho realizado no Centro de ESF, por profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), através do grupo “Família que acolhe”, composto por familiares dos usuários de drogas, onde recebem apoio e orientações, com suporte psicológico. Este foi o grupo escolhido para ser observado, por ser um grupo que não possui um funcionamento como o planejado. Notou-se que existe deficiência, pois o encontro não estava sendo bemsucedido devido à ausência das pessoas, que não foram comunicadas pelos profissionais responsáveis. Os familiares não tinham conhecimento dos programas desenvolvidos para melhorar a sua qualidade de vida, como no caso deste grupo. É de suma importância ressaltar que o adoecimento causado pelos psicoativos não afeta unicamente ao usuário, mas toda a sua família.