Setting priorities for mental health research in Brazil

Introdução: O principal objetivo desse estudo foi revisar a agenda de prioridades em pesquisa em saúde mental no Brasil. Método : Foram selecionados 28 especialistas (22 pesquisadores, cinco legisladores e o coordenador) de diferentes regiões. Responderam ao que consideravam mais relevante em pesqui...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Gregório, Guilherme da Silveira, Tomlinson, Mark, Gerolin, Jerônimo, Kieling, Christian Costa, Moreira, Hugo Cogo, Razzouk, Denise, Mari, Jair de Jesus
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/94847
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/94847
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Serviços de saúde mental
Prioridades em saúde
Agenda de pesquisa em saúde
Alocação de recursos para a atenção à saúde
Brasil
Health Research Agenda
Health Care Rationing
Health Priorities Agenda
Health Priorities
Mental Health Services
Descrição
Resumo:Introdução: O principal objetivo desse estudo foi revisar a agenda de prioridades em pesquisa em saúde mental no Brasil. Método : Foram selecionados 28 especialistas (22 pesquisadores, cinco legisladores e o coordenador) de diferentes regiões. Responderam ao que consideravam mais relevante em pesquisa para a saúde mental para os próximos 10 anos. Dezessete responderam e configuraram 110 questões, que foram reavaliadas por eles, com atribuição de escore, a partir de 15 itens distribuídos segundo grau de responsividade, eficácia, aplicabilidade, equidade e impacto na redução da carga da doença mental. 35 questões, e dentre elas as 10 mais bem pontuadas, foram destacadas. Resultados: Prevaleceram indicações para estudos de efetividade das intervenções, matriciamento, comparação entre modelos de intervenção e detecção e tratamento de transtornos mais prevalentes na Estratégia da Saúde da Família. Avaliação de serviços quanto às barreiras ao tratamento; custo-efetividade dos antipsicóticos, intervenções contra efeitos do álcool e outras drogas, e aplicação de tecnologias (telemedicina) para educação e supervisão dos generalistas foram outros. Conclusão: Apontou-se para necessidade de investimentos na saúde mental na atenção primária à saúde; avaliação do sistema de serviços de cuidados de saúde mental, e pesquisas para romper barreiras ao acesso e à equidade no tratamento dos transtornos mentais.