Editorial
A Jornada de Literatura e Cinema “Hiroshima mon amour”: poética, ética, história e subjetividade, ocorrida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, com apoio do Consulado Geral da França, e que foi organizada pelo Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada, em parceria com...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/177025 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/177025 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Editorial Marguerite Duras Literatura e cinema Hiroshima mon amour Literature and film |
| Resumo: | A Jornada de Literatura e Cinema “Hiroshima mon amour”: poética, ética, história e subjetividade, ocorrida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, com apoio do Consulado Geral da França, e que foi organizada pelo Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada, em parceria com o Departamento de Línguas Modernas (francês), deu ensejo a esta publicação da revista Literatura e Sociedade, número 31. No corpo dos ensaios, celebrando 60 anos desse filme de Alain Renais, roteirizado por Marguerite Duras, os estudos publicados estão voltados para as relações entre literatura e cinema. Essa seção axial, organizada por Cleusa Rios Pinheiro Passos, Maria Cristina Vianna Kuntz e Maurício Ayer, abre com a apresentação da professora Cleusa Rios. Seguem-se as contribuições de Maria Cristina Vianna Kuntz, Laura Degaspare Monte Mascaro, Maria Luiza Berwanger da Silva, Júlia Simone Ferreira, Maurício Ayer, Celina Maria Moreira Mello, Alessandra Brum e Mateus Araújo.Na seção “Traduções”, o destaque é dado para dois importantes textos, o primeiro, “A história literária e a sociologia”, palestra de 1904 de Gustave Lanson, que tem tradução de Yuri Cerqueira dos Anjos. O segundo traz um raro e importante estudo do formalista e crítico russo Iúri Tyniánov, denominado “Fato literário” (1924), traduzido por David Gomiero Molina. As duas traduções são inéditas em português. |
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