Mon pays est une mosaïque: Língua Francesa e literatura em cabo verde
Este texto apresenta algumas considerações sobre a presença da língua francesa e das suas literaturas na poesia moderna de Cabo Verde. Assim, distinguem-se em primeiro lugar a recusa e a seleção da modernidade francófona por parte das gerações de José Lopes e de Jorge Barbosa, respetivamente. Assina...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Amazonas (UEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.uea.edu.br:riuea/5758 |
| Acceso en línea: | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/5758 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cabo Verde Literatura de língua francesa Arménio Vieira João Vário |
| Sumario: | Este texto apresenta algumas considerações sobre a presença da língua francesa e das suas literaturas na poesia moderna de Cabo Verde. Assim, distinguem-se em primeiro lugar a recusa e a seleção da modernidade francófona por parte das gerações de José Lopes e de Jorge Barbosa, respetivamente. Assinala-se depois a profícua aceitação do Simbolismo ou do Surrealismo em poetas como Mário Fonseca, Jorge Carlos Fonseca, Valentinous Velhinho e J. L. Hopffer C. Almada. Finalmente, destacam-se os dois maiores poetas cabo-verdianos das últimas décadas, João Vário e Arménio Vieira, referindo-se alguns dos aspetos que, nas suas obras, melhor testemunham a aprendizagem com os mestres de língua francesa. Arménio Vieira encontra nas obras de Lautréamont ou de Pierre Reverdy a sua Estrada de Damasco. O livro Exemple Restreint, escrito diretamente em francês (em 1969) e muito devedor de Saint-John Perse, ocupa um lugar axial em toda a obra poética de João Vário. |
|---|