Mimesis, painting and poetry in Aristotles Poetics

Este artigo procura compreender a noção de mimese na Poética de Aristóteles. Tanto nos autores do século V a.C., quanto em Platão e em Aristóteles, os cognatos de mimesis desconhecem um campo específico de aplicação, além disso, apresentam acepções – simular e emular – que por vezes se identificam e...

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Detalles Bibliográficos
Autor: de Menezes e Silva, Christiani Margareth
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Revista Dois Pontos (Curitiba. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/32902
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/32902
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:mimesis
simulation
emulation
techne
painting
poetry
mimese
simulação
emulação
pintura
poesia
Descripción
Sumario:Este artigo procura compreender a noção de mimese na Poética de Aristóteles. Tanto nos autores do século V a.C., quanto em Platão e em Aristóteles, os cognatos de mimesis desconhecem um campo específico de aplicação, além disso, apresentam acepções – simular e emular – que por vezes se identificam e outras vezes se contradizem. Apesar desta ambivalência de mimesis e cognatos nos autores do século V a.C., e no próprio Aristóteles, na Poética o exemplo da pintura elucida melhor o sentido de mimesis e cognatos no contexto das mimetikai technai (artes miméticas).