Protocolo de condutas em uveítes infecciosas
Introdução: As uveítes constituem importante causa de perda visual na população economicamente ativa, com grande impacto socioeconômico em todo o mundo, sendo as causas infecciosas aquelas mais comuns em território brasileiro. Objetivo: Elaborar protocolos de condutas diagnósticas, terapêuticas e de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-29072024-105343 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-29072024-105343/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Endoftalmite fúngica Fungal endophthalmitis Infectious uveitis Ocular syphilis Ocular toxoplasmosis Ocular tuberculosis Sífilis ocular Toxoplasmose ocular Tuberculose ocular Uveítes infecciosas Uveítes virais Viral uveitis |
| Sumario: | Introdução: As uveítes constituem importante causa de perda visual na população economicamente ativa, com grande impacto socioeconômico em todo o mundo, sendo as causas infecciosas aquelas mais comuns em território brasileiro. Objetivo: Elaborar protocolos de condutas diagnósticas, terapêuticas e de seguimento clínico em uveítes infecciosas, considerando o olhar dos oftalmologistas e dos infectologistas para melhor conduzir cada caso presente no nosso cotidiano, a fim de que se tenha um diagnóstico e tratamento precoce. Materiais e Métodos: Foi realizada revisão bibliográfica de protocolos publicados nos últimos 20 anos na literatura científica e em sociedades médicas nacionais e internacionais da área. As doenças infecciosas a serem abordadas foram definidas pela revisão de estudos científicos descritos a partir de dados obtidos em serviços de uveíte de centros brasileiros especializados. Resultados: Foram definidas sete etiologias de uveítes infecciosas para este estudo, sendo elas: endoftalmite fúngica, sífilis ocular, toxoplasmose ocular, tuberculose ocular, uveítes virais (citomegalovírus, herpes simples vírus e herpes zoster vírus). A partir disso, foram elaborados textos e fluxogramas para direcionar o atendimento inicial e o seguimento dos pacientes com uveíte. Conclusões: Foi possível estabelecer ligação entre as condutas adotadas pelas equipes de uveíte e infectologia, com o intuito de facilitar e conduzir melhor os atendimentos aos pacientes com uveíte. |
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