Diagnosis of early neonatal sepsis in a neonatal referral unit:10-year cohort

Introduction: A mortalidade neonatal corresponde a quase metade dos óbitos em crianças menores de 5 anos, segundo informações da Organização Mundial da Saúde, a sepse neonatal é a causa de uma parcela significativa desses óbitos. Os achados clínicos inespecíficos e a baixa sensibilidade da hemocultu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bárbara Silveira Faria, Samya Ladeira Vieira, Leni Márcia Anchieta, Janita Ferreira, Viviane Rosado, Fernanda Eugênia Lapa Marinho, Paulo Henrique Orlandi Mourão, Roberta Maia de Castro Romanelli
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/52033
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/1843/52033
https://orcid.org/0000-0002-3336-9504
https://orcid.org/0000-0002-1833-8099
https://orcid.org/0000-0002-9408-2822
https://orcid.org/0000-0003-3193-5469
https://orcid.org/0000-0002-1660-0751
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Neonatal sepsis
Streptococcus agalactiae
Newborn
Infant
Diseases
Antimicrobial agents
Sepse neonatal
Recém-nascido
Lactente
Anti-infecciosos
Descripción
Sumario:Introduction: A mortalidade neonatal corresponde a quase metade dos óbitos em crianças menores de 5 anos, segundo informações da Organização Mundial da Saúde, a sepse neonatal é a causa de uma parcela significativa desses óbitos. Os achados clínicos inespecíficos e a baixa sensibilidade da hemocultura dificultam o diagnóstico de sepse e contribuem para o uso excessivo de antibióticos. Objetivo: descrever o perfil epidemiológico e o diagnóstico de IRAS e sepse neonatal precoce em uma unidade neonatal de referência. Métodos: Trata-se de uma coorte realizada em uma unidade neonatal de referência para alto risco obstétrico e assistência neonatal. Resultados: Observou-se que a maioria dos casos de sepse e infecções relacionadas à saúde (IRAS) foi utilizada como sepse clínica sem localização específica, com maior incidência em neonatos de baixo peso, que é o principal microrganismo Gram-positivo isolado. A antibioticoterapia empírica foi introduzida nesses casos e a propedêutica realizada contribuiu para o diagnóstico definitivo ou suspensão dos antimicrobianos, quando a suspeita de infecção foi afastada. Conclusão: Observou-se baixo percentual de isolamento do microrganismo nos casos de sepse neonatal precoce com grande número de casos clínicos de sepse neonatal tratados com antimicrobianos. Enfatiza-se a necessidade de um diagnóstico mais preciso para reduzir os impactos empíricos, e recomenda-se o uso de ferramentas que utilizem sintomas clínicos e fatores de risco maternos para reduzir seu uso.