Os estudos de Estética Urbana e a percepção da cidade artefato no alvorecer do século XX
Com base na análise dos estudos de Camillo Sitte e Charles Buls, o artigo evidencia a contribuição da Estética Urbana para o processo de compreensão do ambiente edificado como patrimônio cultural. No contexto das transformações urbanas em curso ao longo do século XIX e no alvorecer do século XX – so...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista CPC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/45354 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/cpc/article/view/45354 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Estética urbana. Patrimônio urbano. Patrimônio cultural. Urban aesthetic. Urban heritage. Cultural heritage. |
| Resumo: | Com base na análise dos estudos de Camillo Sitte e Charles Buls, o artigo evidencia a contribuição da Estética Urbana para o processo de compreensão do ambiente edificado como patrimônio cultural. No contexto das transformações urbanas em curso ao longo do século XIX e no alvorecer do século XX – sobretudo relacionadas à viabilização da vida moderna nas antigas cidades –, diversos estudiosos buscaram instrumentos teóricos e práticos para compreender essas estruturas urbanas e orientar sua transformação. Nessa busca, Sitte e Buls, entre outros, voltaram-se à cidade construída como objeto histórico e cognitivo, diferentemente da maioria dos técnicos urbanistas do período que procuravam solucionar os problemas urbanosaplicando teorias gerais a casos específicos, sem necessariamente atentar para as especificidades históricas desses espaços e suas qualidades irreproduzíveis. A compatibilização entre as estruturas urbanas preexistentes e a viabilização das necessidades de desenvolvimento é, contudo, tema sempre atual. Nesse sentido, as breves análises aqui enunciadas nos oferecem importantes subsídios teóricos para acompreensão do processo histórico de delineamento do conceito de patrimônio urbano; e lançam luzes, ainda, sobre caminhos interpretativos obscurecidos pela prática urbanística posterior. |
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