Subsídios agrícolas, suporte e políticas comerciais nos grandes importadores de alimentos : UE, China, Estados Unidos e Japão
O objetivo deste trabalho foi analisar a trajetória do suporte agropecuário nos mercados da União Europeia (UE), China, Estados Unidos e Japão no período 2000-2022. Foram empregados dados da estimativa de suporte ao produtor (ESP) e da estimativa de suporte ao consumidor (ESC) da Organização para a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/16409 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/16409 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comércio Agrícola Política Agrícola Comércio agrícola OCDE Subsídios agrícolas Políticas agrícolas |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho foi analisar a trajetória do suporte agropecuário nos mercados da União Europeia (UE), China, Estados Unidos e Japão no período 2000-2022. Foram empregados dados da estimativa de suporte ao produtor (ESP) e da estimativa de suporte ao consumidor (ESC) da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), acrescidos de uma análise qualitativa do perfil de proteção avaliado. Os resultados obtidos indicam que o suporte à agricultura nos casos da UE, dos Estados Unidos e do Japão está se reduzindo na ponta da produção e se tornando mais incisivo nos processos de consumo de alimentos. Em contrapartida, no caso chinês observa-se o processo inverso. Em nível qualitativo, foi possível detectar que em todos os quatro grandes mercados há uma arquitetura de apoio e proteção estrategicamente desenhada, o que abrange medidas de fronteira, programas de suporte doméstico e profundo esforço de articulação de acordos bilaterais de comércio na frente agropecuária – sobretudo, mas não exclusivamente, nos casos chinês e norte-americano. Igualmente, nos quatro parceiros aferidos há esforços no sentido de fortalecimento dos mecanismos de seguros agrícolas e de investimentos em pesquisas de manejo, em virtude das restrições ambientais hoje vigentes. Do ponto de vista dos interesses brasileiros, a mensagem fundamental é a premência de estudos de acompanhamento das condições de oferta e de demanda e das políticas de apoio interno e comerciais (incluindo acordos bilaterais ou multilaterais) daqueles grandes players com terceiros países ou grupos de países, bem como são bem-vindas iniciativas de aperfeiçoamento das questões sanitárias, fitossanitárias e de medidas técnicas atinentes às condições de produção dos itens agropecuários brasileiros. |
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