Efeito do tratamento térmico e da defecação simples do caldo de cana sobre a concentração de N, P e a fermentação alcoólica

Caldos de cana-de-açúcar foram submetidos a aquecimento a 100°C por 5 e 60 minutos e à defecação simples, também pelos mesmos períodos, e analisados, após tratamento e centrifugação, quanto aos teores de nitrogênio total, amoniacal, protéico, não protéico, fosfato inorgânico e contagem microbiana. E...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Ila Maria de Aguiar
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1986
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20220207-215631
Acceso en línea:https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11141/tde-20220207-215631/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CALDO DE CANA
CLARIFICAÇÃO
FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA
FÓSFORO
NITROGÊNIO
TRATAMENTO TÉRMICO
Descripción
Sumario:Caldos de cana-de-açúcar foram submetidos a aquecimento a 100°C por 5 e 60 minutos e à defecação simples, também pelos mesmos períodos, e analisados, após tratamento e centrifugação, quanto aos teores de nitrogênio total, amoniacal, protéico, não protéico, fosfato inorgânico e contagem microbiana. Esses caldos foram a seguir submetidos à fermentação alcoólica por cerca de 24 horas, mediante a inoculação de uma suspensão acidulada a pH 2,5, contendo 25 g/100 ml de fermento prensado Fleischmann. Com a análise do vinho resultante, calcularam-se as eficiências de fermentação e de conversão. A remoção de nitrogênio total do caldo tratado e centrifugado, em ambos os tratamentos, foram de 20,78 a 26,14%. O nitrogênio amoniacal praticamente não é removido pelo aquecimento e o nível de redução, na defecação simples, é muito pequeno a pH 6,0. Ocorreu acréscimo de nitrogênio na fração não protéica do caldo submetido somente a aquecimento, embora permanecesse estável nos caldos tratados por defecação simples. Houve redução de fosfato inorgânico da ordem de 3,0 a 30,0%, respectivamente, para os tratamentos. O aquecimento reduziu drasticamente a população microbiana, em cerca de 99,9%. As variações na composição do caldo resultante dos tratamentos não influíram, todavia, nas eficiências fermentativa e de conversão, demonstrando que, aos níveis ensaiados, não ocorre prejuízo à qualidade do mosto que possa se refletir na eficiência do processo.