Assessoria de imprensa não é jornalismo : conflito de interesses no código de ética dos jornalistas brasileiros
O presente artigo sustenta a impossibilidade ética de conferir estatuto de jornalismo às atividades de assessoria de imprensa. Para isso, discute-se primeiramente o ‘dever ser’ do jornalismo e do jornalista, a partir de uma perspectiva deontológica, que se interroga sobre o imperativo categórico des...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/164885 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/164885 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Assessoria de imprensa Jornalismo Journalism Journalistic ethics Press office |
| Sumario: | O presente artigo sustenta a impossibilidade ética de conferir estatuto de jornalismo às atividades de assessoria de imprensa. Para isso, discute-se primeiramente o ‘dever ser’ do jornalismo e do jornalista, a partir de uma perspectiva deontológica, que se interroga sobre o imperativo categórico dessa prática social e dessa profissão. A seguir, analisam-se alguns artigos do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, que parecem mais promover do que mitigar a confusão entre duas práticas sociais que, apesar de exercidas por jornalistas, têm obrigações morais específicas. Por fim, argumenta-se que, face ao seu imperativo dever de verdade e compromisso com o interesse público, o jornalismo ocupa uma posição no campo social que é de confronto e, eventualmente, tensão e conflito com os interesses das assessorias de imprensa. Conquanto constituam modalidades de comunicação, e embora possam colaborar entre si, não podem ser regulados pelo mesmo código deontológico. |
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