[en] USES OF THE VOICE IN BRAZILIAN POETRY: INCURSIONS INTO THE SUBCENA PROJECT

[pt] Este trabalho analisa a evidência da voz na poesia (seus usos e sua expressão) através de um conjunto de apresentações realizadas pela Subcena, um evento mensal de poesia e performance, ativo por dois anos consecutivos (2017-2019) e sediado no estúdio Audio Rebel, Rio de Janeiro. Essas performa...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: THADEU RABELO CECILIO DOS SANTOS
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:53260
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=53260&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=53260&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.53260
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] PERFORMANCE
[pt] POESIA EXPERIMENTAL
[pt] SOM
[pt] POESIA BRASILEIRA CONTEMPORANEA
[pt] VOZ
[pt] CIDADE
[pt] CORPO
[pt] RUIDO
[en] PERFORMANCE
[en] EXPERIMENTAL POETRY
[en] SOUND
[en] CONTEMPORARY BRAZILIAN POETRY
[en] VOICE
[en] CITY
[en] BODY
[en] NOISE
Descripción
Sumario:[pt] Este trabalho analisa a evidência da voz na poesia (seus usos e sua expressão) através de um conjunto de apresentações realizadas pela Subcena, um evento mensal de poesia e performance, ativo por dois anos consecutivos (2017-2019) e sediado no estúdio Audio Rebel, Rio de Janeiro. Essas performances estavam principalmente voltadas para experimentações sonoras, emissões de uma poesia vibracional, em que a construção do poema se faz junto à percepção do entorno. As situações evidenciaram o ato de poesia como uma leitura/invenção de si, em que corpo, voz, som e cidade estão inseridos no sentido do poema e passam a se reconfigurar em torno dele. É a partir de dinâmicas ficcionais operantes que a voz toma para si a estrutura do texto e, ao mesmo tempo, oferece sua sonoridade natural e/ou artificializada. Nesse jogo entre cena e encontro, o poema é uma comunhão que, presente de corpo a corpo, torna-se acionamento de um fluxo criativo decorrente do convívio.