Masculinities and femininities: the construction of oneself in the school context

Mas afinal, o que é ser mulher/homem, na contemporaneidade? Como são construídas no ambiente escolar as masculinidades e as feminilidades? Existe relação entre as construções de gênero vigente e a violência na escola? Estas são algumas das questões que a pesquisa do Doutorado em Educação ora em anda...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Couto, Maria Aparecida Souza
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Revista Aurora (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.marilia.unesp.br:article/1249
Acesso em linha:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/1249
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:School
Feminities
Identities
Masculinities
Escola
Feminilidades
Identidades
Masculinidades
Descrição
Resumo:Mas afinal, o que é ser mulher/homem, na contemporaneidade? Como são construídas no ambiente escolar as masculinidades e as feminilidades? Existe relação entre as construções de gênero vigente e a violência na escola? Estas são algumas das questões que a pesquisa do Doutorado em Educação ora em andamento, busca responder. A pesquisa qualitativa e a técnica do estudo de caso são utilizadas para identificar representações acerca das identidades de gênero entre alunos do ensino médio. O objetivo é pensar quais são os valores de longa duração que vieram definindo o que é masculino e o que é feminino, quais os processos e a lógica subjacente à construção de identidades e representações que colocam em espaços antagônicos, permeados por relações de poder hierarquicamente diferenciadas, homens e mulheres. Na modernidade líquida a invenção de si e, consequentemente do Outro, encontra um cenário antagônico à fixidez da tradição; na atualidade as identidades são fluídas, inconstantes, múltiplas e fragmentadas, encontrando na escola ambiente propicio de trocas e enfrentamentos. Esta é uma das instituições sociais estruturada em bases hierárquicas de poder, local onde os jovens relacionam-se cotidianamente, as identidades são construídas, reforçadas e sedimentadas, notadamente a identidade de gênero. Necessário se faz fomentar o diálogo e a participação ativa do corpo docente no sentido de auxiliar o jovem a atravessar fase tão importante na construção da sua autobiografia o que favorecerá sobremaneira a construção de identidades equânimes