Obtenção de nanofibras de SnO2 dopadas com manganês.

O dióxido de estanho (SnO2) é um óxido metálico semicondutor que tem sido bastante investigado e preparado na forma de nanofibras para aplicações em fotocatálise, no sensoriamento de gases, em eletrodos transparentes para células solares, entre outras. Assim sendo, este trabalho propôs-se a sintetiz...

Full description

Bibliographic Details
Author: NASCIMENTO, Emanuel Pereira do.
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2018
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/36990
Online Access:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/36990
Access Level:Open access
Keyword:Fiação por Sopro em Solução
Nanofibras Ocas de SnO2, SnO2
Dopado com Manganês
Propriedades Elétricas
Solution Blow Spinning
Hollow SnO2 Nanofibers
Mn-doped SnO2
Electrical Properties
Engenharia de Materiais
Description
Summary:O dióxido de estanho (SnO2) é um óxido metálico semicondutor que tem sido bastante investigado e preparado na forma de nanofibras para aplicações em fotocatálise, no sensoriamento de gases, em eletrodos transparentes para células solares, entre outras. Assim sendo, este trabalho propôs-se a sintetizar nanofibras de SnO2 dopadas com manganês (Mn) (0; 1,5; 3,0; 5,0; 7,0 e 10,0 %at de Mn) utilizando a técnica de fiação por sopro em solução (SBS) e analisar a influência da concentração do Mn nas propriedades térmicas, morfológicas, estruturais e elétricas das nanofibras produzidas. Foram obtidas com sucesso nanofibras híbridas utilizando como sistema precursor uma solução constituída por etanol/N,N-dimetilformamida (DMF), poli(vinil pirrolidona) (PVP), acetato de manganês e cloreto de estanho dihidratado, as quais foram submetidas a calcinação à temperatura de 700 ºC para conversão dos precursores na fase SnO2 com e sem dopante. As nanofibras foram caracterizadas quanto ao seu comportamento térmico, morfologia, composição química e propriedades estruturais e elétricas. As fibras obtidas apresentaram morfologia tubular (oca) e diâmetros médios na faixa de nanômetros. A formação da fase SnO2 foi confirmada para todas as amostras e foi observado que o Mn formou solução sólida com SnO2. Além disso, o Mn provocou uma redução nos parâmetros de rede e no tamanho de cristalito do SnO2. As nanofibras de SnO2 puro e dopado com Mn apresentaram, no geral, comportamento ôhmico nas curvas de corrente voltagem (I-V) e houve uma tendência de aumento da corrente elétrica com o aumento do teor de Mn. As dimensões nanométricas das fibras obtidas neste trabalho, aliadas à dopagem com Mn, à morfologia tubular e ao comportamento ôhmico observado nas curvas de I-V de todas as amostras são características promissoras para aplicação no sensoriamento de gases.