Mudança do atendimento psicológico presencial para modalidade remota: facilitadores e dificultadores na pandemia de COVID-19
Objetivo: verificar associações entre variáveis sociodemográficas e fatores facilitadores e dificultadores da transição do atendimento psicológico presencial para a modalidade remota no primeiro ano da pandemia de COVID-19. Método: trata-se de um estudo analítico, quantita...
| Authors: | , , , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2023 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online) |
| Language: | Portuguese English Spanish |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/210706 |
| Online Access: | https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/210706 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Online Therapy; Information Technology; COVID-19; Pandemic; Psychotherapy; Psychology Terapia en Línea; Tecnología de la Información; COVID-19; Pandemia; Psicoterapia; Psicología Terapia Online; Tecnologia da Informação; COVID-19; Pandemia; Psicoterapia; Psicologia |
| Summary: | Objetivo: verificar associações entre variáveis sociodemográficas e fatores facilitadores e dificultadores da transição do atendimento psicológico presencial para a modalidade remota no primeiro ano da pandemia de COVID-19. Método: trata-se de um estudo analítico, quantitativo, de corte transversal. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, a coleta foi realizada mediante aplicação de um formulário online composto por 55 questões. Os dados foram analisados por meio de técnicas de estatística descritiva e inferencial. Resultados: a amostra de conveniência foi composta por 385 psicólogos brasileiros, majoritariamente mulheres (67,01%), jovens profissionais com até cinco anos de ofício após a graduação (44,16%) e com predomínio de atividades na clínica privada. Constatou-se que o tempo de formação entre cinco e 10 anos foi associado com uma maior percepção de dificuldades e que a experiência prévia com atendimento remoto foi facilitadora da adaptação na transição de uma modalidade à outra. Conclusão: considerando que o teleatendimento pode ser uma ferramenta potente no cenário da saúde, sugere-se a inclusão das questões do atendimento remoto na agenda de pesquisa e conteúdos programáticos das grades curriculares dos cursos de formação em saúde. |
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