Sanguessugas parasitas da ordem Rhyncobdellida (Clitellata: Hirudinida) do território brasileiro
Sanguessugas são importantes componentes da comunidade de macroinvertebrados bentônicos, podendo ser parasitas ou predadoras. Apesar das propriedades terapêuticas relacionadas à secreção salivar destes animais serem conhecidas por milênios, pouca atenção taxonômica foi dada ao grupo, principalmente...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-03042018-094107 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41133/tde-03042018-094107/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Austrobdella Glossiphoniidae Hirudinea Leeches Rhyncobdella Sanguessugas |
| Sumario: | Sanguessugas são importantes componentes da comunidade de macroinvertebrados bentônicos, podendo ser parasitas ou predadoras. Apesar das propriedades terapêuticas relacionadas à secreção salivar destes animais serem conhecidas por milênios, pouca atenção taxonômica foi dada ao grupo, principalmente em regiões como América do Sul, África e Ásia. O objetivo deste trabalho foi de inventariar a hirudofauna parasita da ordem Rhyncobdellida do território brasileiro e aplicar novas técnicas de estudo taxonômico, que não são recorrentes para o grupo. Além das observações da morfologia interna e externa através de dissecções e esteomicroscópio, foi realizado o estudo do tegumento através de microscopia eletrônica de varredura e microtomografia computadorizada para o estudo anatômico. Foram encontradas 7 espécies válidas e 7 espécies novas para a ciência. As ocorrências dos gêneros Oligobdella e Placobdella são discutidas em detalhe e é sugerida a criação de dois novos gêneros, para acomodar as espécies parasitas de Glossiphoniidae bianuladas e trianuladas da América do Sul. O gênero Austrobdella é registrado pela primeira vez para o Atlântico Sul, na costa do Rio de Janeiro |
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