Conceitos de conhecimento no debate contemporâneo : internalismo e externalismo
A presente dissertação pretende alcançar os seguintes objetivos: (i) esclarecer as intuições subjacentes aos dois lados da disputa entre internalismo e externalismo em epistemologia contemporânea; (ii) oferecer uma crítica ao internalismo, a tese de que, para ter conhecimento, o sujeito deve poder a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/88337 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/88337 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Teoria do conhecimento Epistemologia Internalismo (Epistemologia) Externalismo (Epistemologia) Ceticismo Teoria da causalidade |
| Sumario: | A presente dissertação pretende alcançar os seguintes objetivos: (i) esclarecer as intuições subjacentes aos dois lados da disputa entre internalismo e externalismo em epistemologia contemporânea; (ii) oferecer uma crítica ao internalismo, a tese de que, para ter conhecimento, o sujeito deve poder acessar suficientemente por reflexão aquilo que faz com que sua crença seja de fato conhecimento. Atenta-se em especial ao ceticismo – se internalismo for tomado em conjunção com o princípio de fechamento epistêmico – e à insuficiência da análise internalista para a exclusão de crenças verdadeiras em função da sorte (como mostram os contraexemplos apresentados por Gettier); (iii) avaliar algumas concepções externalistas, nomeadamente: a teoria causal, o confiabilismo de processos, a teoria do rastreamento e a teoria da segurança, apresentando uma defesa desta última; (iv) resgatar algumas das intuições internalistas, sejam elas, que o sujeito deve poder ter acesso reflexivo à justificação para crer e que ele acredite responsavelmente, mas como condições não para a posse de conhecimento, mas para a aceitação de alegações de conhecimento. O resultado final é a tese de que a análise correta do conceito de conhecimento é externalista (a condição de segurança), ao passo que o uso do conceito de conhecimento em contextos conversacionais demanda uma justificação reflexivamente acessível. |
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