The black child and the documents published by the Ministry of Education in the period from 1960 to 2000
Este artigo é resultado de investigação por meio de documentos publicados pelo Ministério da Educação (MEC) entre 1960 e 2000, com o objetivo de identificar o lugar da criança negra nesses documentos oficiais destinados à orientação para a educação pré-escolar. Ao mostrar a invisibilidade das relaçõ...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs3.inep:article/5413 |
| Acesso em linha: | https://rbep.inep.gov.br/ojs3/index.php/rbep/article/view/5413 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | black child early childhood education MEC publications. niño negro educación preescolar publicaciones MEC. criança negra educação pré-escolar publicações do MEC. |
| Resumo: | Este artigo é resultado de investigação por meio de documentos publicados pelo Ministério da Educação (MEC) entre 1960 e 2000, com o objetivo de identificar o lugar da criança negra nesses documentos oficiais destinados à orientação para a educação pré-escolar. Ao mostrar a invisibilidade das relações étnico-raciais nesses documentos oficiais por quase quatro décadas, o estudo contribui para reconhecer que as produções científicas sobre infância e educação infantil no contexto histórico da educação brasileira são pressupostos teórico-metodológicos necessários para incluir a diversidade racial na organização do trabalho pedagógico da educação infantil. Desenvolveu-se pesquisa teórica do tipo análise documental com base num conjunto de publicações do MEC no período citado, cujos dados foram agrupados em temáticas para mostrar a dinâmica da educação pré-escolar entre 1960 e 1980, posteriormente denominada educação infantil, nos anos 1990. Em ambos os contextos, observa-se que, durante décadas, foi explícita a negação da criança negra nos documentos, situação que se rompe somente em 1997, com a primeira publicação nacional endereçada à creche. |
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