Jerusalém, cidade resiliente: rememorando e reconstruindo nas narrativas exílicas e pós-exílicas
Essa pesquisa tem por tema a destruição e a reconstrução de Jerusalém ao longo dos séculos VI e IV a.E.C, contribuindo para compreensão das relações de poder entre os impérios Neobabilônico e Aquemênida e as elites locais judaítas. Nesse contexto de transição política que marcou a introdução de Yehu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-19052025-121123 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-19052025-121123/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cultural Memory Cultural Trauma Empire and local elites Esdras-Neemias Ezra-Nehemiah Império e elites locais Jerusalem Jerusalém Judaísmo do Segundo Templo Lamentações Lamentations Landscape Memória cultural Paisagem Second Temple Judaism Trauma cultural |
| Sumario: | Essa pesquisa tem por tema a destruição e a reconstrução de Jerusalém ao longo dos séculos VI e IV a.E.C, contribuindo para compreensão das relações de poder entre os impérios Neobabilônico e Aquemênida e as elites locais judaítas. Nesse contexto de transição política que marcou a introdução de Yehud no sistema provincial persa, espera-se demonstrar como a manipulação da paisagem é um importante espaço de contestação, acomodação e reafirmação dos vínculos sociais em contextos disruptivos. Assim, consiste em compreender a relação entre trauma cultural, memória e as construções narrativas do período da reconstrução da cidade de Jerusalém. Por meio da análise da tradição dos lamentos, especificamente de Lamentações 2 e de trechos que tratem da paisagem da cidade nas Memórias de Neemias, espera-se demonstrar que a reconstrução de Jerusalém foi motivada pela necessidade em gerir a paisagem traumática da destruição, (re)configurando afetos, gestos corporais e representações da catástrofe diante das relações históricas de poder e identidade que emergiam no contexto do reassentamento judaíta em Yehud nos séculos V e IV a.E.C. |
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