Memórias Midiatizadas: a noção de ciência construída pelos indivíduos a partir do consumo midiático

Este artigo tem como objeto o fenômeno sociocultural da midiatização, entendido como a diluição das mídias no cotidiano do indivíduo, segundo as perspectivas de Fausto Neto (2008) e Sodré (2002). O fenômeno é visualizado a partir da recepção, isto é, dos sujeitos receptores. Destacamos o processo de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Maia, Kênia, Gonzaga de Araújo, Emily
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Repositorio:Revista Animus (Santa Maria. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/6999
Acceso en línea:https://periodicos.ufsm.br/animus/article/view/6999
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Recepção. Midiatização. Consumo midiático.
Descripción
Sumario:Este artigo tem como objeto o fenômeno sociocultural da midiatização, entendido como a diluição das mídias no cotidiano do indivíduo, segundo as perspectivas de Fausto Neto (2008) e Sodré (2002). O fenômeno é visualizado a partir da recepção, isto é, dos sujeitos receptores. Destacamos o processo de consumo simbólico com o conteúdo midiático (Canclíni, 1999), mediante dinâmica de apropriação e ressignificação, proveniente do entrelaçamento dos significados propostos pela mídia com elementos extra-midiáticos, recuperados segundo as mediações de Barbero (2006). Consideramos ainda a dimensão da memória segundo Sarlo (2007) e Halbwachs (2004) para, por meio de discursos produzidos em seu âmbito, alcançarmos empiricamente a midiatização, e, imbricada a ela, as visões dos sujeitos sobre um recorte específico, o tema “ciência”.