Estudo comparativo da patogenicidade e virulência de Entamoeba dispar com amostras de Entamoeba histolytica.

Neste trabalho, aspectos da patogenicidade e virulência da cepa ICB-ADO polixênica de Entamoeba dispar foram abordados, visando um melhor conhecimento dos mecanismos de agressão que essa cepa apresenta. Considerada uma espécie não-patogênica, E. dispar tem sido isolada de pacientes brasileiros com c...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silvio Santana Dolabella
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/SAGF-7C2HAX
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/1843/SAGF-7C2HAX
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:patogenicidade
Entamoeba histolytica
SSH
Expressão diferencial
Microarray
Virulência (Microbiologia)
Amebíase Patogenicidade
Descripción
Sumario:Neste trabalho, aspectos da patogenicidade e virulência da cepa ICB-ADO polixênica de Entamoeba dispar foram abordados, visando um melhor conhecimento dos mecanismos de agressão que essa cepa apresenta. Considerada uma espécie não-patogênica, E. dispar tem sido isolada de pacientes brasileiros com colite não disentérica e demonstrado capacidade de ocasionar lesões em animais de experimentação, quando associada à flora da microbiota intestinal de seus hospedeiros. Estudos in vivo utilizando hamsters como modelo experimental, verificaram diferenças na cinética das lesões hepáticas ocasionadas pela cepa ICB-ADO polixênica de E. dispar, diferindo substancialmente do observado para as cepas ICB-EGG e HM1-IMSS de E. histolytica. Apesar de ocasionar lesões extensas após sete dias de inoculação, a cepa ICB-ADO demonstra uma capacidade de lesar mais lentamente os tecidos. Estudos in vitro demonstraram ser a cepa ICB-ADO de E. dispar capaz de ocasionar a destruição e a queda da medida da resistência transepitelial de células MDCK em monocamadas, embora de forma mais lenta e gradual que cepas de E. histolytica. A cepa ICB-ADO polixênica apresentou também uma maior atividade de proteases quando comparada com a cepa HM1-IMSS de E. histolytica, devendo a relação bactérias/amebas ser melhor estudada, objetivando conhecer mais profundamente as alterações que elas causam nos trofozoítos quando em associação.