A ostentação estatística (um projeto geopolítico para o território nacional: estado e planejamento no período pós-64)
Em A \"Ostentação Estatística\" procura-se investigar os caminhos pelos quais um antigo projeto geopolítico (engendrado, sobretudo, nos meios militares) revestiu-se tecnicamente nos anos seguintes ao golpe militar de 1964, quando toda uma práxis política sobre o território percorrerá os pr...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11122007-100305 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-11122007-100305/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Estado Geografia quantitativa Geographical thought Pensamento geográfico Planejamento Planning Quantitative geography State Território Territory |
| Sumario: | Em A \"Ostentação Estatística\" procura-se investigar os caminhos pelos quais um antigo projeto geopolítico (engendrado, sobretudo, nos meios militares) revestiu-se tecnicamente nos anos seguintes ao golpe militar de 1964, quando toda uma práxis política sobre o território percorrerá os principais planos governamentais do período - em especial o II PND -, acatando-se o conceito de planejamento enquanto instrumento norteado (num clima desenvolvimentista) para o desenvolvimento econômico do Brasil. Indica-se como este instrumental permeou as reflexões de geógrafos, economistas e outros profissionais, as quais agregaram um corpo heterogêneo de ideologias territoriais, desde a Regional Science, passando pela Economia Espacial francesa e pelas elaborações da geografia possibilista (em sua vertente relacionada à geografia urbana), até a geografia quantitativa. Tal campo teórico tornar-se-ia referência tanto para que um quadro técnico em torno de vários órgãos estatais (notadamente o IBGE e o IPEA) se incumbisse da elaboração de estatísticas, estudos regionais e métodos de regionalização como subsídios às políticas públicas do Estado, quanto para o debate da geografia brasileira do período, elaborada à sombra dessa pretensão matemática e de um afã pragmático; ambos visando a atingir para a geografia um maior prestígio entre as ciências e uma relevância em relação aos desígnios do Estado. |
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