METODOLOGIA DA PEGADA ECOLÓGICA PARA AVALIAR O TURISMO SUSTENTÁVEL: UMA APLICAÇÃO AO CASO DA REGIÃO AUTÔNOMA DOS AÇORES (PORTUGAL)

Turismo sustentável tornou-se uma palavra-chave no debate sobre desenvolvimento turístico ecologicamente integrado. Há algum tempo, surgiram várias propostas para avaliar as consequências ambientais do turismo (como a Avaliação de Impacto Ambiental – AIA) ou para entender quais os níveis de mudança...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cordeiro, Itamar, Körössy, Nathália, Partidário, Maria do Rosário
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)
Repositorio:Turismo : Visão e Ação (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.univali.br:article/652
Acceso en línea:https://periodicos.univali.br/index.php/rtva/article/view/652
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:TTurismo
Sustentabilidade do Turismo
Pegada Ecológica
Região Autônoma dos Açores.
Descripción
Sumario:Turismo sustentável tornou-se uma palavra-chave no debate sobre desenvolvimento turístico ecologicamente integrado. Há algum tempo, surgiram várias propostas para avaliar as consequências ambientais do turismo (como a Avaliação de Impacto Ambiental – AIA) ou para entender quais os níveis de mudança que poderiam ser toleráveis (como o conceito de Capacidade de Carga – CC e o de Limites Aceitáveis de Câmbio – LAC). Entretanto a AIA, CC e LAC enfocam as mudanças que ocorrem em nível local, ignorando as consequências globais da viagem. À luz disso, no presente artigo busca-se discutir o Método da Pegada Ecológica do Turismo como uma ferramenta útil para avaliar a sustentabilidade de um destino turístico. Para cumprir com tal objetivo, escolheu-se a Região Autônoma dos Açores como local de estudo. Por um lado, os resultados encontrados identifi caram uma Pegada Ecológica de 2,6166 gha/ cap, apontando para uma situação insustentável nos Açores. Por outro lado, verifi cou-se que o Método da Pegada Ecológica não é a melhor alternativa para avaliar a sustentabilidade do turismo, ao contrário do que defendem alguns autores.