Educação superior pública no Rio Grande do Norte: expansão e interiorização

Discute-se a política de expansão e interiorização da educação superior pública no Rio Grande do Norte (RN) ocorrida entre 2001 e 2014. A partir da análise dos dados do Censo da Educação Superior no referido período, fornecidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho, Francisco João de Deus de, Damião de Lima, Lívia Gabriela, Ferreira da Costa, Francisco Daniel, Santos Júnior, Alcides Leão
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Repositorio:Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.utfpr:article/5724
Acceso en línea:https://periodicos.utfpr.edu.br/rbpd/article/view/5724
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Planejamento Urbano-Regional/Demografia
Expansão do Ensino Superior; Interiorização do Ensino Superior; Desenvolvimento Regional.
Descripción
Sumario:Discute-se a política de expansão e interiorização da educação superior pública no Rio Grande do Norte (RN) ocorrida entre 2001 e 2014. A partir da análise dos dados do Censo da Educação Superior no referido período, fornecidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), e dos dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) percebe-se que houve um expressivo aumento de instituições, vagas, matrículas e cursos, principalmente no interior e nas regiões mais desassistidas do país. Tal expansão é visível também no estado do RN, o que possibilitou o desenvolvimento local e regional de determinados espaços. Neste estado, a expansão ocorreu com maior crescimento relativo no interior, destacando-se a atuação e o papel: a) da UFRN, principalmente através da expansão dos cursos à distância (UAB); b) da UFERSA, pela permanência e aumento de campi, cursos e vagas no interior; c) da UERN, principalmente pela criação de novos cursos, núcleos avançados e programas de pós-graduação; d) e do IFRN, pelo grande espraiamento em todo o Estado.