Uso do plasma rico em plaquetas (PRP) e plasma rico em fibrina (PRF) em defeitos peri-implantares: análises biomecânica e histomorfométrica
O presente trabalho teve o objetivo avaliar o uso do plasma rico em plaquetas (PRP) e plasma rico em fibrina (PRF) em defeitos peri-implantares por meio das análises biomecânica e histomorfométrica. Para tanto, 36 ratos machos adultos foram divididos em 3 grupos: controle (CO), plasma rico em plaque...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/191579 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/191579 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Regeneração óssea Plasma rico em plaquetas Peri-implantite Plasma rico em fibrina Bone regeneration |
| Resumo: | O presente trabalho teve o objetivo avaliar o uso do plasma rico em plaquetas (PRP) e plasma rico em fibrina (PRF) em defeitos peri-implantares por meio das análises biomecânica e histomorfométrica. Para tanto, 36 ratos machos adultos foram divididos em 3 grupos: controle (CO), plasma rico em plaquetas (PRP) e plasma rico em fibrina (PRF). Previamente à realização dos procedimentos cirúrgicos, foram coletados 3 ml de sangue de cada animal via punção cardíaca, seguindo-se pelos respectivos protocolos de centrifugação para obtenção de PRP e PRF. Um defeito ósseo foi preparado na tíbia esquerda e um implante foi instalado manualmente. Conforme o grupo experimental, o defeito peri-implantar não sofreu intervenção ou foi preenchido com PRP ou PRF. A eutanásia foi realizada em 20 e 40 dias. Os resultados mostraram que houve diferença estatística significativa presente intergrupos e interperíodos (p<0,05) na análise biomecânica. Os resultados histológicos apresentaram maior atividade celular nos grupos experimentais em relação ao grupo controle. Os dados sobre a área óssea neoformada (AON) demonstraram uma maior formação óssea nos grupos PRP e PRF em relação ao grupo controle. Entretanto, entre todos os grupos não houve diferença estatística significativa, assim como na análise entre os grupos e os períodos. Contudo, entre os períodos houve diferença estatística significativa (p<0,001). A aplicação de PRP nos defeitos peri-implantares em tíbias de ratos mostrou-se mais eficaz na resposta de estabilidade do implante e na neoformação óssea sendo superior ao plasma rico em fibrina (PRF) e ao grupo controle (coágulo). Relevância Clínica: os defeitos peri-implantares são uma realidade clínica e o uso de concentrados plaquetários é uma alternativa para um tratamento. A literatura apresenta resultados satisfatórios em relação às altas concentrações de fatores de crescimento que podem afetar o processo de regeneração tecidual e neoformação óssea. |
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