Análise semiótica do poema “Velu”, de Josely Vianna Baptista
A análise do poema “Velu”, de Josely Vianna Baptista, é parte de uma pesquisa a respeito dos percursos temáticos e figurativos do erotismo na poesia neobarroca da América Latina. O objetivo central da pesquisa é explorar a polissemia desse discurso poético por meio da análise semiótica greimasiana d...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Semióticos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/49243 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/esse/article/view/49243 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | tematização figurativização poesia neobarroco revelação thematizathion figurativization poetry revelation |
| Resumo: | A análise do poema “Velu”, de Josely Vianna Baptista, é parte de uma pesquisa a respeito dos percursos temáticos e figurativos do erotismo na poesia neobarroca da América Latina. O objetivo central da pesquisa é explorar a polissemia desse discurso poético por meio da análise semiótica greimasiana do percurso gerativo do sentido, priorizando o exame da tematização e da figurativização nos textos. Em “Velu”, o tema da revelação é representado por um fato corriqueiro: o florescimento de uma planta epífita, a orquídea. A flor é a principal figurativização do valor /vida/, constantemente afirmado na construção do programa narrativo, ela é também imagem essencial para a interpretação aqui proposta. O órgão reprodutor da planta amadurece conforme o poema se desenvolve aos olhos do leitor, confirmando a presença do erotismo e ainda do tema da revelação. “Velu” apresenta uma abordagem coerente com a proposta dos poetas neobarrocos, com sua busca pelo primitivo e pelo rústico, realizada por meio do emprego da linguagem poética. O uso de tal linguagem tem como objetivo aumentar a compreensão acerca da cultura latino-americana e sondar o erotismo na literatura, especialmente na poesia. |
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