HIPERNARRATIVAS E A CONSTRUÇÃO DE MUNDOS INSÓLITOS
Em 2006, o pesquisador de mídias Henry Jenkins, lançava o livro Cultura da convergência, em que analisava as novas dinâmicas de circulação da informação diante da multiplicação dos aparelhos digitais e sua interrelação através da internet. Dentre suas reflexões, Jenkins se dedica a observar como Mat...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Abusões |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/60923 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/abusoes/article/view/60923 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Intermidialidade Narrativa transmidiática Insólito |
| Sumario: | Em 2006, o pesquisador de mídias Henry Jenkins, lançava o livro Cultura da convergência, em que analisava as novas dinâmicas de circulação da informação diante da multiplicação dos aparelhos digitais e sua interrelação através da internet. Dentre suas reflexões, Jenkins se dedica a observar como Matrix, das irmãs Wachowski, ao construir um mundo cujo funcionamento só é plenamente compreensível através de um estudo das diversas obras que o compõem – filmes, animações, quadrinhos e jogos –, aponta para uma nova forma de pensar a narrativa, uma forma transmidiática. Por narrativa transmidiática, então, Jenkins aponta esse universo ficcional cuja estrutura depende de uma articulação entre todas as diferentes narrativas ambientadas nele. A partir desse conceito, buscamos refletir sobre o funcionamento dessas hipernarrativas construídas de forma transmidiática através da análise de alguns de seus casos mais populares e que mudanças ocorrem nos quinze anos que nos separam da publicação de Jenkins, observando algumas das tendências contemporâneas nesse campo. |
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