Diretivas antecipadas de vontade e testamento vital: uma questão semântica?

Com o intuito de respeitar a autonomia da pessoa enferma, a fim de que sua terminalidade possa ocorrer de forma mais humana, digna e respeitosa, surge um meio com o qual contar. Recentemente o Conselho Federal de Medicina editou a Resolução 1995/2012 que dispõe sobre as diretivas antecipadas de vont...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Waldir, Chemin, Márcia Regina Chizini
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Escola Superior de Teologia (EST)
Repositorio:Estudos Teológicos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.est.edu.br/periodicos:article/1512
Acceso en línea:http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/view/1512
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Theology; Bioethics; Medicine
Autonomy; Living Will; Advance Directives Will; Bioethics; Theology
Teologia e Bioética
Autonomia; Testamento Vital; Diretivas Antecipadas de Vontade; Bioética; Teologia
Descripción
Sumario:Com o intuito de respeitar a autonomia da pessoa enferma, a fim de que sua terminalidade possa ocorrer de forma mais humana, digna e respeitosa, surge um meio com o qual contar. Recentemente o Conselho Federal de Medicina editou a Resolução 1995/2012 que dispõe sobre as diretivas antecipadas de vontade, notada preocupação com a qualidade de vida da pessoa enferma acometida de doença em fase terminal. Este artigo tem como objetivo aclarar a diferença ou não entre diretivas antecipadas de vontade e testamento vital, fazendo uma revisão histórica acerca do documento e ao mesmo tempo mostrando sua relevância.