A Porta de Entrada do Brasil: a recepção dos refugiados no pós-Segunda Guerra na Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores
O objetivo deste trabalho é estudar a recepção realizada na Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores aos refugiados no imediato pós-segunda guerra como parte integrante da política imigratória brasileira. Nesse sentido, procuramos analisar a recepção a partir de facetas diversas, observando as re...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/13602 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/13602 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Reception Refugee Ilha das Flores Immigrant Inn Memory Immigration Recepção Refugiados Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores Memória Imigração CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho é estudar a recepção realizada na Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores aos refugiados no imediato pós-segunda guerra como parte integrante da política imigratória brasileira. Nesse sentido, procuramos analisar a recepção a partir de facetas diversas, observando as reformas, e os debates engendrados em torno destas, na estrutura física da hospedaria; a discussão verificada na imprensa sobre o refugiado ideal a imigrar para o Brasil, bem como propostas e apontamentos sobre os serviços desenvolvidos para sua recepção e, por fim, as narrativas memoriais construídas pelos refugiados que vivenciaram essa experiência sessenta anos atrás. Buscamos argumentar que a recepção ocupava uma centralidade nas discussões sobre a política imigratória, fato este que levou a uma série de reformas na estrutura física da hospedaria, tendo por meta realizar uma boa acolhida. Notadamente, a presença constante da hospedaria nas páginas dos jornais nos serve como parâmetro para observar o tema da recepção como aquele que era digno de ser reportado, analisado e publicizado. Em outras palavras, a hospedaria, e, por conseguinte a recepção, era destacada como etapa fundamental para a adaptação dos recém-chegados ao Brasil. Ademais, a recepção é destacada na memória daqueles que por lá passaram e, notadamente, as narrativas se mostraram positivadas, sobretudo pelas memórias de deslocamentos forçados. Fica-nos claro que a recepção aos refugiados no pós-segunda guerra estava presente nos debates que se publicizavam e ainda se fazem presentes nas memórias dos refugiados, dada a sua importância. |
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